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Nova esperança para os utentes com Parkinson cuja estimulação cerebral profunda tradicional, não resultou


(.../..)Trata-se de um novo equipamento que permite maior precisão e eficácia na estimulação dos núcleos do cérebro que controlam os efeitos da doençaDe acordo com Rui Vaz, diretor do Serviço de Neurocirurgia do CHSJ, “menos de um milímetro pode ser suficiente para não conseguir que os elétrodos cumpram a função de reparar os circuitos que controlam os movimentos. Em alguns casos, a cirurgia de estimulação cerebral profunda segundo a técnica tradicional, não surte os efeitos pretendidos. Noutros casos, o utente pode também desenvolver efeitos colaterais dos resultados da estimulação que pode levar a ter de desligar o dispositivo colocado na primeira cirurgia”.



Desequilíbrio, dificuldade em articular as palavras ou contração muscular são alguns dos sintomas sentidos pelos utentes, que resultam da colocação do estímulo numa área não pretendida, aspeto este em que a estimulação direcionada constitui um avanço importante.



“O novo equipamento, o primeiro do género colocado em Portugal, é também muito útil nos casos em que os utentes têm o núcleo particularmente estreito e torna-se mais difícil que estímulo elétrico fique só dentro do núcleo. Com esta nova técnica, é possível dirigir com maior precisão e flexibilidade o destino da corrente elétrica”, explica o Neurocirurgião.



A cirurgia de estimulação cerebral profunda foi iniciada em Portugal, no CHSJ, desde Outubro de 2002 e baseia-se numa tecnologia que melhora a função motora e reduz a incapacidade dos pacientes que sofrem de bradicinesia, ou seja, de lentidão de movimentos e dificuldade em realizar esses mesmos movimentos devido a tremores e prisão dos membros.



A cirurgia consiste na colocação de um neuroestimulador que faz chegar estímulos elétricos aos núcleos profundos existentes em cada hemisfério cerebral. Estas pequenas descargas elétricas levam à modificação do funcionamento do núcleo, que vai provocar uma alteração nos circuitos cerebrais responsáveis pela regulação dos movimentos voluntários. Esta nova técnica introduzida no CHSJ para esta cirurgia permite maior precisão no direcionamento dos estímulos, permitindo assim multiplicar as possibilidades de escolha das zonas submetidas ao estímulo elétrico.



Estima-se que as disfunções do movimento afetam, na Europa, pelo menos cinco milhões de pessoas, e as mais comuns são a doença de Parkinson, Tremor Essencial e Distonia que atingem cerca de 13 mil portugueses.





 



 



in portal do HSJ



http://portal-chsj.min-saude.pt/frontoffice/pages/16?news_id=346



Colocado por A. Carlos Jordão


 
 
   
 
 
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