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“O impacto de diferentes níveis de profundidade da água de uma piscina no andar de doentes com Parkinson e bloqueios da marcha”
O CNS – Campus Neurológico, em parceria com a Associação de Educação Física e Desportiva de Torres Vedras e o Radboud University Medical Centre, de Nijmegen, Holanda, está a desenvolver um projeto que tem como objetivo avaliar o impacto de diferentes profundidades de água no andar dos doentes com Parkinson (DP).
As alterações na marcha são comuns e contribuem significativamente para a deterioração da independência e qualidade de vida dos doentes com Parkinson. Em concreto, os doentes apresentam frequentemente episódios de freezing, uma incapacidade temporária e involuntária para andar, descrita pelos doentes como a sensação dos “pés colados ao chão”. Estudos recentes sugerem que o exercício na água melhora a marcha dos doentes de Parkinson.
Neste projeto, será solicitado aos participantes que percorram um percurso de 10 metros em 2 cenários diferentes: fora da piscina e dentro da piscina com 70cm, 90cm e 120cm de profundidade de água. Os dados serão recolhidos através de uma entrevista, uma avaliação clínica e de sensores colocados no tronco e nos pés durante a realização das provas.
Encontra-se atualmente a decorrer a fase de recrutamento de doentes para
colaborarem no estudo. Para participar tem de ter diagnóstico de doença de Parkinson, apresentar flutuações motoras (alternância entre períodos em que a medicação não está a fazer efeito e o doente está bloqueado (OFF) e períodos em que a medicação está a fazer efeito e a mobilidade do doente está melhorada (ON)) e bloqueios da marcha, habitualmente descritos como a sensação dos “pés ficarem colados ao chão”.
Se desejar participar ou saber mais informações sobre o estudo: [email protected]
 
 
   
 
 
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