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Células da pele transformadas em células-mãe

Esta descoberta simultânea por uma equipa japonesa e uma equipa americana «vai mudar totalmente o campo» das pesquisas, afirma James Thomson, autor do estudo americano publicado pela edição on-line da revista Science.

As células-mãe são consideradas como uma possível panaceia para algumas das doenças mais mortais, uma vez que elas podem evoluir em celular de 220 tipos diferentes no corpo humano. No entanto, o acesso às células-mãe, mesmo que para fins científicos, está limitado devido a considerações éticas sobre a utilização e a clonagem de embriões humanos.

Além disso, os órgãos transplantados obtidos a partir de células-mãe embrionárias podem ser rejeitadas pelo paciente. Esta nova técnica, após ser melhorada, poderá permitir criar células-mãe com o código genético do paciente, eliminando assim os riscos de rejeição.

Permitindo aos cientistas o acesso mais facilitado às células-mãe, esta técnica deverá também permitir avançar rapidamente no tratamento do cancro, das doenças de Alzheimer e de Parkinson, da diabetes, da artrite, das lesões da espinal-medula, das queimaduras e das doenças cardíacas.

A equipa japonesa, conduzida por Shinya Yamanaka da Universidade de Quito, conseguiu criar uma linha células-mãe a partir de 5.000 células. O seu estudo será publicado a 30 de Novembro da revista Cell.

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Células Tronco, o que são?

A terapia do futuro

Células-tronco são células pluripotentes que podem se diferenciar e constituir variados tecidos do organismo. Trata-se de uma capacidade especial, pois as demais células só podem fazer parte de um tecido específico. Ou seja, células da pele só podem constituir a pele. Outra propriedade das células-tronco é a auto-replicação. Traduzindo, elas podem gerar cópias idênticas de si mesmas. Por causa dessa dupla importância, têm sido alvo de intensas pesquisas no mundo todo, pois poderiam funcionar como substitutas em tecidos lesionados ou doentes, como no caso de Alzheimer, Parkinson e outras doenças neuromusculares em geral, bem como no lugar de células que o corpo deixa de produzir por alguma deficiência, como no caso do diabetes.

A terapia com células-tronco consiste, portanto, em tratar doenças e lesões através da substituição de tecidos doentes por células saudáveis. Um dos exemplos mais conhecidos desse tipo de procedimento, cuja eficácia está amplamente comprovada, é o transplante de medula óssea em pacientes com leucemia. A medula óssea do doador contém células-tronco sangüíneas que fabricam novas células sangüíneas sadias. A expectativa dos cientistas é que no futuro muitas doenças degenerativas, hoje incuráveis, possam vir a ser tratadas por meio dessa terapia.

In  PortugalDiário

 
 
   
 
 
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