Monitorização da Doença de Parkinson

Kinetikos e o Campus Neurológico Sénior colaboram para a realização de estudo de monitorização da doença de Parkinson – PD-traKer

A avaliação objectiva remota dos sintomas na doença de Parkinson, permite um melhor seguimento dos doentes e a optimização dos cuidados prestados, potenciando uma melhoria da qualidade de vida dos doentes e familiares. Estas alterações são, na esmagadora maioria das vezes, avaliada apenas em contexto clínico.
Este projecto tem por objetivo testar a usabilidade de uma aplicação para smartphone que permitirá uma monitorização à distância da doença. Esperamos que deste estudo resulte um importante contributo para o desenvolvimento de um sistema de avaliação a ser usado no dia-a-dia e de forma autónoma pelos doentes, complementando a informação obtida em ambiente de consulta.

Os dados serão recolhidos inicialmente através de uma entrevista e avaliação clínica – no dia 14 de Dezembro às 10h, no CNS de Torres Vedras. O estudo tem a duração de seis meses, os participantes utilizarão a aplicação móvel que será instalada no seu telemóvel.

Este estudo conta com uma coordenação partilhada por parte da Kinetikos (Prof. Doutor Ricardo Matias) e do Campus Neurológico Sénior (Prof. Doutor Joaquim Ferreira).

Encontra-se atualmente a decorrer a fase de recrutamento de participantes para colaborarem no estudo. Para participar neste estudo tem de ter doença de Parkinson, ser capaz de andar de forma independente (com ou sem auxiliar de marcha) e possuir um telemóvel smartphone (não iPhone).

Se desejar participar ou saber mais informações sobre o estudo pode contactar:

Fisioterapeuta Filipa Pona Ferreira filipaponaferreira@cnscampus.com

Estudo – Exercício na água para doentes de Parkinson

O CNS – Campus Neurológico Sénior, em parceria com a Associação de Educação Física e Desportiva (Página oficial) e o Radboudumc, de Nijmegen, Holanda, está a desenvolver um projeto que tem como objetivo avaliar o impacto de diferentes profundidades de água no andar dos doentes com Parkinson (DP).

As alterações na marcha são comuns e contribuem significativamente para a deterioração da independência e qualidade de vida dos doentes com Parkinson. Em concreto, os doentes apresentam frequentemente episódios de freezing, uma incapacidade temporária e involuntária para andar, descrita pelos doentes como a sensação dos “pés colados ao chão”.

Estudos recentes sugerem que o exercício na água melhora a marcha dos doentes de Parkinson.

Neste projeto, será solicitado aos participantes que percorram um percurso de 10 metros em 2 cenários diferentes: fora da piscina e dentro da piscina com 70cm, 90cm e 120cm de profundidade de água.

Encontra-se atualmente a decorrer a fase de recrutamento de doentes para o impacto de diferentes níveis de profundidade da água de uma piscina no andar de doentes com Parkinson e bloqueios da marcha, entre períodos em que a medicação não está a fazer efeito e o doente está bloqueado (OFF) e períodos em que a medicação está a fazer efeito e a mobilidade do doente está melhorada (ON) e bloqueios da marcha, habitualmente descritos como a sensação dos “pés ficarem colados ao chão”.

Se desejar participar ou saber mais informações sobre o estudo: filipaponaferreira@cnscampus.com