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Reimplantação dos eléctrodos pode ajudar alguns pacientes

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A reimplantação dos eléctrodos pode ajudar alguns pacientes com a Doença de Parkinson (DP) que não alcançaram boa resposta na operação de DBS (Deep Brain Stimulation – Estimulação Cerebral Profunda)

Um estudo com sete pacientes com Doença de Parkinson (DP) indica que aqueles cujos resultados, alcançados após o implante de eléctrodos para estimular o cérebro, mostram-se insatisfatórios podem beneficiar-se com uma cirurgia adicional para recolocação do eléctrodo, segundo uma comunicação publicada na edição de Maio do Archives of Neurology, uma revista da American Medical Association.

Implante de eléctrodos para estimular o núcleo subtalâmico, uma região profunda do cérebro possivelmente relacionada com impulsividade, é aplicável na redução da dosagem de medicação e melhoria dos sintomas da DP, de acordo com as informações que embaçaram a comunicação. Com esse tratamento, as doses de medicamento frequentemente são reduzidas de 50 a 65% e a pontuação nas escalas dos testes que medem a função motora (geralmente comprometida na DP) costumam aumentar de 40 a 70%. Não obstante, algumas vezes a cirurgia é menos eficiente.


“A principal causa da ocorrência de resultados menos vantajosos resulta da imprecisão na colocação dos eléctrodos, responsável pela não estimulação do alvo escolhido”, afirmam os Autores. ”Deslocamento do eléctrodo por apenas poucos milímetros pode ter ocorrido.”

O Dr. Mathieu Anheim, M.D., do Hospital Universitário A. Michallon, de Estrasburgo, na França, e colegas, examinaram um após outro sete pacientes com DP, na faixa de 40 a 70 anos, os quais não obstante a colocação do eléctrodo continuavam apresentando sintomas graves. Os pacientes foram operados novamente e os eléctrodos reimplantados 12 a 23 meses após a primeira cirurgia. Os escores motores e as doses de medicação foram conferidos um ano após o segundo procedimento.

Todos os pacientes, com excepção de um, apresentaram melhoras depois da segunda cirurgia. Sem medicação, o índice motor (the Unified Parkinson Disease Rating Scale -UPDRS) desses pacientes melhorou com o tratamento 26,7 % após a primeira operação e 59,4 após a segunda. Sua dosagem de levodopa, a medicação usada para tratar a DP, decresceu de 1,202 para 534, miligramas. A distância média entre os eléctrodos e o ponto visado de estimulação – um local no núcleo subtalâmico identificado para a colocação do eléctrodo nos pacientes cuja cirurgia havia sido bem sucedida – diminuiu de 5,4 para 2 milímetros. Quanto menor essa distância, maior a melhora nos escores motores dos pacientes.

Embora uma selecção criteriosa do paciente seja importante para a cirurgia dar resultados, a chave da melhora pretendida na estimulação do núcleo subtalâmico é a qualidade da técnica cirúrgica empregada na implantação dos eléctrodos. Mesmo considerando que os neurocirurgiões costumem diminuir a distância entre o ponto originalmente marcado e o efectivamente alcançado no posicionamento do eléctrodo, isto não exclui a possibilidade de que a inadequação da técnica cirúrgica venha a ser a responsável pela pobreza dos resultados no pós-operatório, escrevem os autores. “Pacientes que apresentem essa pobreza de resultados após a estimulação do núcleo subtalâmico em razão da localização imprecisa do eléctrodo podem beneficiar-se com a reimplantação mais próxima do ponto teoricamente visado.”

Arch Neurol. 2008;65[5]:612-616.

Archives of Neurology

Main Category: Parkinson's Disease
Also Included In: Neurology / Neuroscience;
Men's health
Article Date: 12 May 2008 - 13:00 PDT

Fonte:
Medical News Today
Trad.: MDS

2008.05.15

 
 
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